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Mano Menezes abre o jogo e diz se aceitaria treinar a Seleção Brasileira novamente

outubro 8, 2018

Com quase duas décadas como treinador, Mano Menezes se vê pronto para dar um novo passo na carreira. O técnico com passagens por Corinthians, Flamengo, Cruzeiro e clubes dá Ásia acredita estar pronto para assumir o comando de um time europeu como os compatriotas Vanderlei Luxemburgo, no Real Madrid de 2005/2006, e Felipão, no Chelsea de 2008/2009, conseguiram.

Em entrevista ao ex-jogador Walter Casagrande, no Esporte Espetacular, da TV Globo, o comandante cruzeirense – que tem uma decisão de Copa do Brasil contra o Corinthians, na próxima quarta-feira (10) – acredita que sua passagem pela seleção o deixou pronto para tudo.

Me sinto preparado para treinar um clube europeu. E a seleção me fez ver a dimensão. É uma oportunidade única e se errar não volta mais“, disse o comandante, que teve passagem pelo futebol chinês em 2016.

Inclusive, voltar à Seleção Brasileira não é uma opção descartada pelo treinador, que esteve à frente da amarelinha entre os anos de 2010 e 2012, mas entende que necessita de uma maior bagagem para evitar questionamentos.

Não penso muito nisso. Se um dia voltar, será depois de ter feito uma sequência de resultados significativos. A seleção exige isso para ter um lastro para que dentro da oscilação [o treinador] não seja questionado“, avaliou.

Mano Menezes assumiu o comando da seleção após Dunga ser demitido pela queda do Brasil nas quartas de final da Copa da África e foi o responsável por dar chances a Neymar, Paulo Henrique Ganso e Alexandre Pato.

Após um início difícil de renovação e resultados ruins, o comandante engrenou com a equipe, porém, acabou caindo por José Maria Marin e Marco Polo Del Nero entenderem que a Seleção precisava de um grande nome para a Copa de 2014.

No comando da Seleção principal em 33 partidas, Mano conseguiu 21 vitórias, seis empates e seis derrotas desde que estreou no dia 10 de agosto de 2010. O treinador conquistou apenas com as taças do Superclássico das Américas de 2011 e de 2012 e levou a culpa pelos fracassos na Copa América e nas Olimpíadas.